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posted on 18.11.09 Como a cena eletrônica paulistana caiu na mesmice

Vamos lá, estou voltando da D-Edge, nem vi o set da Ellen Alien, cheguei à conclusão que seria mais proveitoso ter como última lembrança o set dela que eu vi num festival na Bélgica. O Mau Mau abriu a noite, e no começo até rolou mas depois da primeira hora o set ficou simplesmente sacal. Sacal pra quem já viu o Mau Mau tocando milhares de vezes.

Eu sei que o problema sou eu, veja bem, eu não curto mais sair pra balada pra ouvir os mesmos timbres de cinco, seis anos atrás. Eu sei que um dj como o Mau Mau não toca faixas velhas, mas a vibe é como se eu estivesse em 2003. Então, só que eu não quero me sentir em 2003. Eu quero me sentir em 2009. Com timbres que façam parte da aura de agora. Não precisa ser coisa nova, nem acho que isso é necessário. Mas ouvir mais do mesmo não rola. Eu vi a Ellen Alien mandando um Empire of The Sun que não tem ABSOLUTAMENTE nada a ver com seu, tarimbado, techno minimalista e eu não vejo um dj na D-Edge tendo colhão de fazer algo nessa onda. Na onda de surpreender quem está na pista. É isso que falta: surpresa. Você ir numa balada e ouvir algo REALMENTE diferente. Enquanto a cena eletrônica vangloria-se de ter djs que manjam o máximo da técnica, musicalmente a “cena da música eletrônica de verdade” patina em 2003, 2004. Ou vai me dizer que as atrações não são quase as mesmas? Ou vai me dizer que se o Matías Aguayo viesse pra D-Edge e mandasse aquele podcast que ele fez pra XLR8R não ia ter neguinho dizendo que ele “traiu o movimento”? O que eu estou dizendo é que foda-se tocar só minimal a noite toda, só metaleiro da eletrônica tolera isso. Nós queremos ouvir tudo: kuduro, technobrega, minimal, kraut, indie, balkan, rock, maximal, minimal, disco, garage, hip hop, tudo, TUDO. Porque eu não sou fã de minimal ou de techno, ou de maximal, ou só dos remixes; eu curto tudo. Ao mesmo tempo que ouço o folk psicodélico do Edward Sharpe curto o hip hop da Amanda Blank. As únicas noites que eu sei que apostam no “sem medo de ser feliz” é a Mágica e alguma da Neu.

Ou seja, São Paulo não precisa de mais clubs com pensamentos estacionados no começo da década. Precisa de mais gente com a cabeça aberta.

Desabafo feelings.

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posted on 17.11.09

Vídeo incrível que a Elissa deu a dica. Eu acho o trabalho de montar um livro a coisa mais linda. Assistam!

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mais um da Kukos posted on 17.11.09

mais um da Kukos

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Olha esse relógio cuco que coisa mais linda. Nesse site tem uma infinidade de modelos do relógio clássico. posted on 17.11.09

Olha esse relógio cuco que coisa mais linda. Nesse site tem uma infinidade de modelos do relógio clássico.

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Minha última aquisição, eu estava LOUCA por um desses. posted on 17.11.09

Minha última aquisição, eu estava LOUCA por um desses.

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posted on 16.11.09 Em busca da base perfeita

Que difícil que é achar uma base que combine perfeitamente com nosso tom de pele. Sempre que eu vejo a cartela de cores me pergunto como as negras fazem, porque nunca vejo tonalidades REALMENTE dedicadas às afro descendentes. Até onde eu vejo vai até o “morena” e olhe lá. Mas aí vejo que não são só elas que sofrem, as excessivamente brancas - como eu - também não são muito lembradas. É, somos os extremos.

O meu dilema começa na minha pele, que é sensível. Então a base não pode ter óleos na composição ou minha cara enche de bolinhas. As bases cremosas sem óleo muitas vezes não “cobrem nada”. E quando acho a base perfeita ela não tem minha tonalidade. E tem o fator valor, esses dias provei uma da Shiseido, incrível, mas R$ 223, oi? Veja bem, eu uso maquiagem todos os dias, portanto, não rola. Provei uma da Revlon que tem uma tecnologia incrível, vc roda uma parte do vidro e consegue até 5 tons diferentes da base. Mas a cor mais clara deles ficava tipo marrom na minha pele. Uma pena.

A última que eu usei e achei FANTÁSTICA foi a da Renew, do Avon. Ela é ótima, não tem óleo na composição e de quebra tem a tecnologia Renew que já vai dando um jeito nas linhas de expressão do rosto. Sem contar que a tonalidade mais clara caiu como uma luva pra minha pele. O preço eu não lembro mas deve estar na casa dos R$60,00

Mas fui pra Europa e comprei uma na Sephora, já que a minha do Avon estava “nos finalmentes”. Só que quando eu comprei devia estar mais coradinha, então na loja ficou ótima. Agora aqui em São Paulo, com essa cor de Ar Condicionado que eu estou, a base fica monstruosamente mais escura que a minha tonalidade. Mas ela é ótima, vou deixar ela pro verão, pra quando eu estiver uma cor acima do meu pantone.

Tá mas e aí, enquanto isso eu faço o que? Bom, fui na Boticário - eu tive um blush ÓTIMO de lá e resolvi apostar de novo neles - comprei uma base em pó da linha Mineral. O tom deu certo, o preço é R$ 66,00 (é a média) e de quebra tem argila na composição que ajuda a manter a pele sequinha o dia todo. Adorei. O pincel é super confortável não pinica em nada. Recomendo.

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Só uma coisa: baixe e aumente o volume.

source posted on 10.11.09

Só uma coisa: baixe e aumente o volume.

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posted on 10.11.09

E nós achávamos o Dia de Los Muertos o máximo. Mas e a Bolívia que tem “Dia dos Crânios”?

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posted on 10.11.09

beautiful!

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