Como anexos para entender o universo desse tema, ela recomenda assistir ao documentário “Paris is Burning”, o curta “Made in Queens” e dê uma olhada no pôster com áudio da Pepsi. As emoções são o caminho!

A última macro é a USEFUL e tem como definição: “having a practical and benefit use”. Em primeiro lugar temos que reconsiderar nossa noção de luxo – o que já disse anteriormente. Mais uma vez, não é mais comprar por comprar, a compra tem que ter um significado, uma história. Com isso, produtos/marcas que tem uma bagagem passada ganham destaque. Pois o que está acontecendo é uma “celebração ao passado”. Um novo grupo de consumidores se formou e eles se chamam “New Tradionalists” – ou os novos tradicionalistas. Eles procuram o que foi clássico há 30, 40, 50 anos atrás! Dão valor às tradições familiares e à costumes antigos. Devo confessar que me identifiquei com esse grupo, por uma série de motivos.
Ao terminar as três macro-tendências, Sue começou a falar sobre os estilos que estarão em alta na próxima temporada. Não acho que isso seja tão importante citar aqui, afinal basta passar na frente de uma banca de jornal e ver as capas das revistas pra ver o que vai rolar.
Mais coisas que ela citou foram:
- A importância das fontes de energia, e como lidamos com isso.
- A música e seu papel, mais importante do que nunca, na moda.
- Anos 80 (sim, eles continuam)
- A loja Merci, em Paris – que eu cantei a bola lá no blog da Simone Monte
Bom, como sempre, as palestras do WGSN não “descobrem a roda”, mas clareiam os caminhos que já estamos percebendo. E que não sabemos contextualizar.
Acho que o importante disso tudo é que mesmo se você não trabalha com moda e afins, isso tudo acaba se aplicando no seu dia-a-dia de uma maneira ou de outra. E tendência é muito – MUITO – mais do que “as cores da próxima estação”. São baseadas nos nossos comportamentos de agora e que trilham um caminho para o mercado como um todo. Afinal cada dia que passa eu creio mais e mais em um grande (in)consciente coletivo.